História do Jogo
Premissa: Está história começa muito antes do nosso protagonista nascer. A família Floros era bem pequena, composta apenas por Deméter e Perséfone. Porém a harmonia desta família acaba quando a jovem garota, sem a aprovação da mãe, conhece um rapaz e fica grávida, o rapaz abandona suas responsabilidades e não assume a criança. Nove meses se passam, o pequeno Thánatos nasce e Perséfone morre durante o parto, deixando o bebê inocente aos cuidados da vó, que o culpa por tudo que aconteceu. O tempo passa e com seus 4 anos é jogado em um orfanato, vivendo lá até completar seus 12 anos, quando retorna pra casa para averiguar os bens que sua falecida avó deixou ele acaba descobrindo a verdade por trás da mansão Floros.
Caracteristicas e Categoria
Gênero e gameplay: Este é um puzzle RPG com elementos de horror, em que você assume o controle de Thanatos, uma criança de 12 anos, que retorna para sua casa e tenta solucionar os mistérios que a assolam e as razões das quais ele foi exilado de seu próprio lar. Estes segredos serão revelados com a solução de quebra-cabeças espalhados por toda a casa. As fortes influências da mitologia grega presentes na história e nos elementos estéticos influenciarão os quebra-cabeças da mesma maneira, portanto um conhecimento íntimo deste será de grande utilidade.
Referencias
Deusa do arco-íris: Na mitologia grega, Iris é a deusa do arco-íris, conhecida como mensageira dos deuses do Olimpo. Ela foi muitas vezes representada como a serva, aia e mensageira pessoal da deusa Hera.
Hypnos e Thánatos: Hypnos e Thánatos são os deuses gêmeos, filhos de Nyx, o Sono e a Morte respectivamente. Os dois, geralmente, eram representados juntos. Hypnos, como já dito antes, é a representação do sono. O sono reparador restaurador de todos os habitantes da Terra. Thánatos, a morte, era o tenente de Hades. Aquele que cuidava dos mortos.
Mudança das estações: Deméter era a deusa do trigo e, de um modo geral, de toda a terra cultivada. Senhora dos cereais, não admira que os Romanos lhe tenham chamado Ceres. Da sua união com Zeus, teve uma filha, Perséfone (Prosérpina, para os Romanos). Era a sua única filha, que cresceu, muito bela e feliz, na companhia das ninfas e de duas meias-irmãs, as deusas Ártemis e Atena. Hades, o deus dos infernos, que era irmão de Zeus e, portanto, seu tio, apaixonou-se perdidamente por ela. Um dia, quando a jovem passeava despreocupada pelos prados verdejantes, ao colher uma flor, a terra abriu-se de repente e Hades surgiu para a raptar e levar consigo para o mundo inferior sobre o qual reinava. Deméter ouviu os gritos de aflição da filha e correu para a ajudar, mas nada pôde fazer. Nem sequer sabia onde ela estava nem quem a tinha levado. Desesperada, começou a percorrer o mundo de lés-a-lés, em busca da filha, sem comer nem beber, sem se preocupar com o seu aspeto nem tratar de si, sem cuidar de nenhuma das suas tarefas. Acabou por conseguir que o Sol, que tudo vê, lhe revelasse quem fora o raptor da filha. Decidiu então não mais voltar ao Olimpo, a morada dos deuses, e renunciou às suas funções divinas até que a filha lhe fosse devolvida. A terra foi ficando estéril e os homens com fome, pois as culturas secaram e morreram. Tudo era devastação e abandono. Então Zeus, responsável pela ordem no mundo, preocupado com a calamidade causada por Deméter, ordenou a Hades que devolvesse Perséfone. A jovem, porém, por fome ou instigada por Hades, comera já um bago de romã no mundo das sombras e esse pequeno gesto ligara-a para sempre ao reino do marido. Teve então de se chegar a uma solução de compromisso e a um acordo: Perséfone passaria metade do ano com a mãe, no Olimpo, e a outra metade com o marido, no mundo dos infernos. Assim, quando Deméter tem a filha ao pé de si, está feliz e a natureza floresce: é o tempo da primavera e do verão. Mas quando Perséfone tem de regressar para junto de Hades, Deméter mergulha de novo na maior tristeza: começa então o outono, vem depois o inverno e a desolação na natureza. E é essa a causa do ciclo das quatro estações.